Considero de grande importância a luta dos trabalhadores por melhores salários, no entanto, na maioria das vezes quem acaba “pagando o pato” é o consumidor. Mas vamos ao fato em si. Fiquei perplexa com o que aconteceu com uma amiga. Josimari foi ao caixa eletrônico para efetuar um depósito, impossobilitada de o fazer na boca do caixa, por causa da greve, fez um depósito de R$ 160,00 ( 3 notas de 50 e 1 de 10), e qual não foi a sua surpresa ao constatar através de um extrato o crédito de somente R$ 110,00.
Inconformada, se dirigiu ao banco em busca de ajuda, mas o único atendente que se dispôs a conversar a informou que naquele momento ele não podia fazer nada, pois o banco está de greve e a orienta a voltar outro dia, e que ele ia tentar localizar o envelope.
Pois bem, ela voltou, e o banco continuava de greve, o atendente aparece com o envelope com a frase “continha 110,00”, e diz que foi o gerente que abriu o envelope. A minha amiga contesta dizendo que depositou 160,00, e diz mais, por que o gerente não ligou na hora, já que os dados não batiam com o valor, e reafirma que colocou 160,00 e o atendente lhe diz: “É a sua palavra contra a dele.” E eu pergunto: - E agora José?
Maria Osvalda