Comodidade é a palavra utilizada por quem decide adquirir um plano de fundo mútuo. Dirce Maria Gomes de Almeida perdeu o marido há cerca de oito meses e antes ele havia optado pela compra de plano funerário. “Nesse momento a gente perde o chão, fica sem condições de tomar nenhuma decisão”, conta.
Mas como havia o plano, ela diz que a funerária se encarregou de buscar o corpo do marido no hospital e cuidou de tudo. “Só me lembro que quando cheguei no velório, tudo estava certo. Não teria conseguido correr atrás de tudo sozinha”, garante.
Depois de perder o pai há cerca de cinco anos e recorrer a familiares e amigos para conseguir o dinheiro necessário para contratar o serviço funerário, Nilza Ramos resolveu adquirir um plano funerário para sua família. “Estão protegidos meu marido, os dois filhos e eu, graças a Deus não precisamos ainda do serviço e espero demorar muito ainda, mas sei que se precisar serei socorrida”, conta.
Além do plano mútuo, Nilza também adquiriu um jazigo para a família em cemitério da cidade privado da cidade. “Não quero sofrer e não quero que ninguém da minha família sofra mais numa hora tão difícil como essa”, relata.
Kátia Sampaio, empresária na cidade, contratou o plano funerário empresarial para seus 14 funcionários. De acordo com ela, é preocupação da empresa oferecer para os colaboradores benefícios diversos. “Fizemos uma pesquisa de mercado e contratamos esse tipo de serviço para todos funcionários como mais um benefício oferecido a todos”, conta. O plano contratado por Sampaio garante também a inclusão de familiares dos colaboradores mediante o pagamento de um pequena taxa adicional.