10 de julho de 2026
Política

Estado descarta bancar desapropriação da área

Alcir Zago
| Tempo de leitura: 1 min

A possibilidade de o governo estadual desapropriar a área da mata da Água Comprida para que seja transformada em parque está descartada.

Em fevereiro deste ano, quando era titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o prefeito eleito de Bauru, Rodrigo Agostinho (PMDB), apresentou ao secretário estadual do Meio Ambiente, Xico Graziano, proposta para que a gleba se tornasse um parque estadual.

Ontem, a assessoria de imprensa do órgão estadual informou que em abril a Fundação Florestal fez uma manifestação técnica, encaminhada à Prefeitura Bauru, concluindo pela impossibilidade do Estado construir um parque no local em questão. Sem citar o motivo pelo qual havia tomado essa decisão, se era financeiro ou não, o órgão de comunicação informou que há recomendação de que essa unidade de conservação venha a ser construída pela prefeitura.

Informado da decisão pelo JC, Rodrigo disse que ainda estudará a viabilidade do projeto imobiliário para aquela região. Perguntado se havia mudado de opinião em relação à manutenção da floresta urbana, foi sucinto em dizer que não se negará a discutir qualquer assunto.

Na época, o então secretário defendia gestão compartilhada entre os dois órgãos do governo. “O Estado faz a parte inicial de criar o parque, com a desapropriação da área”, comentou em fevereiro. “A prefeitura instala e mantém a operacionalização e manutenção do parque na área da mata da Unesp”