Bogotá - O chefe da Superintendência Financeira da Colômbia, César Prado, renunciou na noite de ontem em meio ao escândalo pela quebra de investidoras “pirâmides”, que levaram consigo cerca de R$ 2 bilhões em depósitos, em geral de pessoas de baixa renda.
O calote gerou uma onda de protestos e a morte de três pessoas - dois assassinados e um poupador que se suicidou.
O presidente Álvaro Uribe convocou para ontem uma reunião de autoridades econômicas para estudar a adoção de medidas de urgência para resolver o problema.
Uma das medidas seria a criação de um mecanismo administrativo rápido para a devolução do dinheiro recuperado. Até o começo da noite de ontem, a reunião não havia sido concluída na Colômbia.