• Música na Câmara
O vereador Primo Mangialardo (PV) voltou a utilizar o sistema de som da Câmara Municipal ontem, no rol dos oradores, para veicular música e comentar que existem pessoas que não conseguiram se eleger para o cargo de vereador e resolveram retornar à administração municipal.
• Portão do Palácio
Nem precisou Mangialardo falar quem a música homenageava no governo municipal. O alvo foi Paulo Sérgio Canalli, ex-chefe de Gabinete do prefeito Tuga Angerami e que recentemente assumiu o cargo de assessor técnico do mesmo Gabinete. A música “O Portão”, de Roberto Carlos, dizia: “Eu voltei, agora pra ficar...”
• Usuário do gênero
Não é a primeira vez que Primo Mangialardo utiliza música para dar ênfase a suas críticas na tribuna livre da Câmara. Ainda neste ano, o vereador veiculou uma música gravada por Zeca Pagodinho em que o conteúdo dizia que os eleitores não são otários.
• MTV parlamentar
Como não houve contestação pela Mesa Diretora, o parlamentar do Partido Verde vem se valendo do expediente como ferramenta para “fundamentar” suas posições políticas. Se a moda pega, a tribuna livre pode virar um verdadeiro desfile de canções ou clips, nos moldes de uma MTV parlamentar.
• O som nas alturas
E por falar em som, o sistema de áudio na sessão de ontem estava numa altura de doer os ouvidos. O problema é que o presidente da Câmara, Paulo Madureira (PP), pediu para erguer o volume logo no início, quando Toninho Garmes (PTB) lia requerimentos e ofícios.
• Desatenção na Casa
A falta de atenção de dois vereadores ontem levou Madureira a, aparentemente contrariado, permitir que fizessem uso da palavra. Inscrito no rol dos oradores, Paulo Eduardo Martins Neto (DEM) foi chamado para falar, mas estava conversando na galeria da Casa. José Carlos de Souza Pereira Batata (PT) queria discutir emenda em projeto de lei, mas a distração quase o deixou sem vez e sem voz. Ambos falaram.
• Calçada da discórdia
O projeto da prefeitura que pretende disciplinar o uso do passeio e logradouros públicos teve novamente a discussão adiada. Emenda do vereador José Carlos de Souza Pereira Batata (PT) quer que a prefeitura tenha a mesma responsabilidade. O documento foi encaminhado para a Comissão de Justiça, Legislação e Redação e o relator, Futaro Sato (PMDB), pediu prazo para dar parecer.
• Vistas do processo
Outro assunto que teve a discussão adiada foi o projeto que impede o recebimento do adicional de condições adversas junto com o adicional especial de saúde. O motivo é que o vereador Paulo Eduardo Martins Neto pediu vistas do processo. Ele terá cinco dias úteis para analisar o projeto.
• Entrada negada
O vereador eleito Roque Ferreira (PT) distribuiu um comunicado ontem lamentando a negativa do consulado brasileiro em Chicago (EUA) em conceder um visto para que o norte-americano John Peterson viesse ao Brasil para uma palestra, mais precisamente a Bauru. Segundo Roque, Peterson solicitou com quatro semanas de antecedência e o consulado costuma responder em três, o que não ocorreu neste caso.