08 de julho de 2026
Geral

Frutas de época dão colorido às feiras

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

Mais do que em outras comemorações, as frutas não podem faltar na mesa das festas de Ano Novo. E a feliz coincidência é que muitas espécies, como a lichia, pêssego e uva, maduram nesta época, portanto, estão mais saborosas e com preços mais acessíveis nas feiras e supermercados.

É o caso das uvas, melão caipira, manga, pêssego, melancia, abacaxi e lichia, dentre outras, que por conta das festas são as mais procuradas.

Para muitos, a uva não pode faltar na ceia de Ano Novo porque comer a fruta e guardar as sementinhas na carteira traz dinheiro. O feirante Adailton Lázaro Pinheiro explicou que nesta época do ano, em que a safra da fruta está no auge, o consumo aumenta em até 50%.

A feirante Ana Aparecida Gerin Gonzales tem sua produção própria e garante que as uvas rubi e niagara vendidas em sua banca são livres de agrotóxicos. “Devo colher 300 quilos para vender até o final do ano. A nossa uva não é viajada. É direto do produtor”, disse ela.

O cheiro típico da manga não deixa nenhum consumidor passar sem parar nas bancas que comercializam o produto. A venda da fruta na feira ainda não deslanchou, segundo a feirante Ivani Nishihara porque os supermercados fazem promoção e atraem os clientes.

Mas para quem quer saborear uma manga espada fresquinha, espécie rara de encontrar nos mercados, a feira da Gustavo Maciel tem na banca de Fábio Barbieri. “Eu vendo bem porque é um produto considerado caseiro. A produção é própria. Até o final do ano devo vender 100 caixas”, disse.

A dona de casa Isabel Alves da Silva gosta de manga e não perde a oportunidade de comprá-las na feira. “É mais fresca. Costumo levar as mais vermelhas e duras.”

À procura de frutas saudáveis, Ulisses e Vinícius de Almeida, pai e filho, foram à feira no último dia 14. Com muito cuidado, escolheram a melancia. “Nós gostamos muito de melancia porque é uma fruta saudável e refrescante, própria para o calor que faz em Bauru.”

A lichia caiu no gosto do bauruense nos últimos três anos e a procura pela fruta já é grande, comenta a feirante Márcia Regina da Silva. “O preço também deve baixar. As frutas começaram a madurar e haverá mais oferta”, ressaltou.