10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Retrospectiva do funcionário público. 2008 acabou, 2009 chegou?


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2008 acabou. Se foi bom ou ruim, não importa, o que importa é que acabou. Para todas as pessoas, o fim do ano é sempre motivo de muitas alegrias e muitas festas, e também de se pesar o que foi bom e o que foi ruim, onde se errou e onde tem que ser corrigido, na expectativa de um ano melhor, principalmente quando o ano termina junto com o Legislativo.

Sem dúvida, pensamos em melhoria de tudo: saúde, educação, salário, emprego, meio ambiente, atendimento humanizado à população. E para termos tudo isso, precisamos de uma boa administração e que essa administração não seja vulnerável a pessoas que só querem tirar proveito da maquina pública, é isso que esperamos. Pensamos também em um salário digno, plano de saúde, melhora no vale-compra, vale- transporte, condições dignas de trabalho sem sacrificar o próximo, mas o que queremos é ter condições dignas de atender bem a população antes de ser sacrificados. De que maneira, com guias de agendamentos e consultas médicas mais acessíveis aos usuários que precisam recorrer às Unidades Básicas de Saúde (UBS).

2009 chegou. Para algumas pessoas, já trouxe muitas alegrias e muitas festas, com alguma lei aprovada pelos vereadores que elevaram seus próprios salários de R$ 4.019,00 para R$ 6.192,00, conforme publicação da imprensa local. Pense nisso, eles já garantiram seus salários em 54%, esse é um ano novo cheio de alegria e próspero. Agora nós perguntamos: quem vai garantir um salário pelo menos digno para nós, servidores?

Excelentíssimo prefeito Rodrigo Agostinho, não podemos lhe sacrificar, nem fazer o senhor pagar os erros dos que passaram pelo Paço Municipal, mas sabemos que o senhor pode e vai fazer o que nenhum outro tentou fazer. Estamos com o senhor nessa luta, a vitória já teve, agora só resta mostrar para aqueles que lhe julgaram sem experiência que boa vontade faz a diferença e pesa muito.

É isso que almejamos de uma boa administração no decorrer do vosso mandato. Nós, funcionários públicos municipais, os guerreiros.

José Augusto