09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Un toast, Castelo Branco Avenue!!!


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Un toast, Castelo Branco Avenue!!! É [--], vamos brindar mais uma vez com a ironia dos nossos destinos, nas mãos e nos desatinos das entidades responsáveis pela “não organização” de nossa cidade, que foi crescendo desordenadamente e sem nenhum estudo ou projeto para a melhoria da mesma, e onde o mais fácil é transferir um problema com a criação de outro.

Pois com a não permissão de estacionarem naquela via conhecida como Castelo Branco, em ambos os sentidos, a única alternativa seriam as suas vicinais. Que também não estudaram ou pesquisaram junto aos moradores próximos da dita cuja avenida sequer a possibilidade de isto se tornar realidade, e os seus habitantes com toda certeza irão reclamar num futuro de curtíssimo prazo, e com toda razão.

Quanto à Emdurb, “sugiro” um “ataque primaz” junto à prefeitura para que procure dentro dos seus departamentos de projetos urbanísticos alguém com conhecimento científico para que possa concretizar uma fórmula eficaz de como dividir o “bolo” na hora do rush, para que os cidadãos possam ter a liberdade de ir e vir, para trabalhar e deixarem parte de seus impostos depositados nos cofres da prefeitura. Já quanto ao prefeito eleito e ambientalista, que se mova mais e nos comova menos, que não construa um sobrado na avenida só para se livrar dos problemas das enchentes.

Já estamos cansados de discursos, por este motivo, que tal pensar em como melhorar o percurso dos usuários das vias públicas de Bauru? Sempre que me deparo com este tipo de informação, logo me vem à mente o poder que o povo tem e não sabe fazer uso do mesmo.

Lembrem-se: se a mídia faz, o povo desfaz. E, neste meu pensar, sempre recorro à lembrança do único ato cívico decente ocorrido em nosso país nos tempos modernos; o impeachment de Fernando Collor. Portanto, que a autarquia pare para pensar antes de colocar os pés pelas mãos. Se for para desfazer, porque é que faz? E se o fizer; faça-o para perdurar até as próximas eleições, no mínimo. Afinal de contas, somos eleitores e não cabos eleitorais durante 365 dias, por 4 anos consecutivos. E aí pessoal do Executivo, vamos ou não executar ou simplesmente exaltar as “boas intenções”? Do inferno político já está abalroado na rotatória ou seria na retórica?

Wilson Carlos de Oliveira - RG 11.226.004