A humanidade é boa, os líderes é que estão destruindo a Amazônia brasileira. Face ao consumismo atual. O que você já fez hoje para preservar os recursos finitos da Amazônia? Eu viajei para quinze estados brasileiros, fiquei cinco meses fora de Bauru. Eu fui de carro, passava por estradas amazônicas e vi a mortalidade dos animais silvestres. “Dois mil tamanduás-bandeira”, “duas mil cobras”, “duas mil capivaras”, “dois mil tatus”, “duas mil de outras espécies como: aranhas, lagartos, gambás e emas”... As mortes dos animais atropelados pelas carretas e carros nas estradas brasileiras (eu vi duas onças mortas na beira da estrada entre Belém do Pará e São Luís do Maranhão).
Não temos nenhum deputado olhando pelos nossos animais; sabe por quê? Eles só viajam de avião. Na Inglaterra, o governo construiu túneis por todas as estradas a cada mil metros para a travessia dos animais. As ONGs de proteção aos animais daquele país fizeram a diferença. A mortalidade de animais caiu. Graças a Deus que fez na sua criação do mundo, primeiro os animais, depois os seres humanos. A floresta amazônica está sendo derrubada, eu vi a destruição de perto. A minha filhinha tem 9 anos e se chama Natasha Francielle da Costa Brandão. Como será o futuro dos nossos filhos daqui a 30 anos?
As seis pragas do aquecimento, seis mudanças de grandes proporções causadas pelo aquecimento global estão relacionadas a seguir. Todas estão ocorrendo agora. Afetam não apenas o clima mas perturbam a vida das pessoas e têm como única previsão futura o agravamento da situação. Eu sou ativista da ONG Naturae Vitae aqui de Bauru, de proteção aos animais.
Elias Brandão