O vigia Marcos de Oliveira relata que passou por momentos de pânico durante a tentativa de roubo ao caixa eletrônico, pois o ladrão o ameaçava com a arma para que não tentasse reagir. A vítima, que trabalha desarmada, foi abordada no momento em que saía do posto de combustíveis para tomar um café, por volta das 2h. Ele conta que foi obrigado a ficar deitado no chão. “Fiquei com medo”, desabafa.
Servente de pedreiro, Oliveira explica que aceitou trabalhar de vigia porque estava desempregado. Foi a primeira vez que ele ficou nas mãos de bandidos.
“Estou pensando em deixar o serviço porque os outros dois fugiram e podem voltar. Quando minha mãe souber, não sei como ela vai reagir”, comenta. Ele conta que cuida de mãe, uma senhora de 75 anos, e de uma sobrinha que tem necessidades especiais.