07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Especulação suprema

Espalhou-se ontem por aí a especulação de que todos os radares fixos estariam desligados, mesmo os cinco que integram o rodízio. A motivação teria ligação com a decisão da Emdurb de suspender o pagamento até haver esclarecimentos sobre o serviço. A presidência da Emdurb desmentiu a paralisação, mas reafirmou a suspensão do pagamento.

• Sear na Promotoria

Uma representação estaria prestes a chegar ao Ministério Público (MP) para discutir a conveniência, moralidade e oportunidade das contratações de assessores para a Sear, já que o próprio titular da pasta, Cláudio da Silva Gomes, disse publicamente que as administrações só terão estrutura a partir de 2010.

• Carnaval na tribuna

O carnaval bauruense foi tema de discursos de quatro parlamentares na sessão da Câmara Municipal, ontem. Com raízes em escolas de samba, Roque Ferreira (PT) defendeu a festa cultural, mas fez uma crítica ao local dos desfiles. “Quando sai da avenida e vai para o Sambódromo deixa de ser um movimento cultural e passa a ser administrativo”, disse.

• Carência por lazer

Já Amarildo de Oliveira (PPS) aproveitou o enredo no Poder Legislativo e abordou que o Carnaval reafirmou a carência de lazer da população bauruense. Sobre o local, disparou: “Carnaval popular se faz na avenida, na rua”, afirmou. Portanto, já temos dois vereadores contrários à volta dos desfiles no Sambódromo.

• Novos carnavalescos

Fabiano Mariano (PDT) parabenizou a administração pela a festa, mesmo com as limitações operacionais e sem as escolas na avenida. “Estamos dispostos a rever a situação do Carnaval em Bauru”, revelou. Já Moisés Rossi (PPS) pontuou que “não é porque algumas pessoas se comportam mal que nós vamos marginalizar ao Carnaval de rua”.

• Audiência sobre saúde

Na sessão de ontem também foi aprovada uma audiência pública pedida pelo vereador Paulo Eduardo de Souza (PSB) para discutir as diretrizes da saúde no município. O secretário da Saúde, Fernando Monti, foi convidado para apresentar o plano de ação e despesas no dia 12 de março, das 15 às 17 horas.

• E o planejamento?

Por falar em Saúde, Amarildo de Oliveira ainda cobra do prefeito o planejamento para os problemas da cidade. “Eu sei que ainda é cedo, mas o Rodrigo tem que dizer suas prioridades”, afirmou. Ele chamou o tapa-buraco de “uma operação joga dinheiro fora” e citou que um médico quis fazer atendimentos gratuitos no Hospital de Base e recebeu um “não” do hospital.

• Canteiro da avenida

O vereador Roberval Sakai (PP) reclamou da altura das plantas no canteiro central da avenida Rodrigues Alves. Segundo ele, as pedestres sofrem com a falta de visão para atravessar a avenida. Ele pediu a poda das plantas. Tomara que ninguém atravesse a pista dupla fora da faixa de pedestres, nos cruzamentos.

• Aviso e propaganda

Roque Ferreira revelou em seu discurso na tribuna que alguns moradores do Bairro Beija-Flor receberam notificação do DAE para que seja efetuada a troca dos hidrômetros, mas que junto com o aviso veio uma propaganda justamente de uma empresa que vende hidrômetros. O DAE terá de esclarecer o tal aviso-casado.