08 de julho de 2026
Esportes

Gol mal anulado deixa time ‘na bronca’ com arbitragem

Luiz Beltramin
| Tempo de leitura: 1 min

Ontem, durante a reapresentação do elenco do Noroeste, o gol do atacante Marinho, anulado de forma incorreta pela arbitragem, ainda no primeiro tempo do jogo contra o Corinthians, era assunto inevitável no complexo Alfredo de Castilho. “Não houve irregularidade no lance”, defende o autor do gol anulado. “O Marcinho estava legal e eu, no momento, fiquei atrás da bola e do jogador (do Corinthians)”, explica. “Invalidaram um gol legítimo, que poderia ter mudado a história”, lamenta.

Outro inconformado com a decisão da arbitragem é o treinador Fahel Júnior. “Me considero um técnico preparado e penso que a arbitragem também tem que estar em condições”, protesta. “No momento desse gol, estávamos bem postados em campo. Infelizmente anularam gol, que, conforme me disse o pessoal da TV, foi legítimo”, argumenta.

Sobre eventual formalização de protesto junto à Federação Paulista, o treinador prefere deixar o procedimento a cargo da diretoria. “Eu não posso me manifestar porque os árbitros já se dirigem a nós (treinadores) com ar de superioridade, são ‘intocáveis’. O problema é que técnico vive de resultados, e árbitros, vivem de que?”, questiona.

Por parte da cúpula, ao menos segundo o que sinaliza o diretor de futebol, Joice Queiroz, o clube dificilmente protestará, de maneira formal, contra o trio de arbitragem, comandado por Luís Flávio de Oliveira. “O Coronel Marinho (chefe da comissão de arbitragem da FPF) estava lá e viu claramente que fomos prejudicados, todo mundo viu”, acentua Queiroz, dizendo-se receoso com supostas “retaliações” que o time poderia ter no futuro, em caso de uma reclamação formal. “A gente reclama, mas depois é pior”, lamenta.