À primeira vista, à segunda também, ao que parece os poderes Executivo e Legislativo não estão afinados, falando a mesma língua e isso passa uma mensagem de (des)harmonia, de falta de diálogo entre os poderes e isso não é necessariamente ruim, mas também não é bom, ainda mais num início de gestão. Interesses políticos à parte, para Bauru continuar no rumo certo, se a cidade realmente caminha no rumo certo, evidentemente que os dois poderes não podem agir assim, ou será que podem, que devem? Com a palavra quem de direito de ambos os poderes!
Aurélio da Silva Braga