11 de julho de 2026
Política

Municípios querem gerenciar o sistema para redução de gastos

Ricardo Santana
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A criação do Consórcio Intermunicipal de Saúde vem como solução ao grave problema enfrentado pelas cidades da região que querem ter maior ingerência no sistema de atendimento. “Independentemente de administrar ou não o Ambulatório, não é mais possível que o processo de agendamento e funcionamento do sistema fique na mão dos prestadores (hospitais). Porque aqueles que têm necessidade sofrem muito com esse processo”, afirma Fernando Monti, secretário de Saúde de Bauru.

Monti afirma que o Consórcio Intermunicipal irá reivindicar a condição de órgão regulador do sistema. Para o secretário, o controle do agendamento de pacientes acabaria com o nó que causa reclamações dos municípios que encontram barreiras no sistema em vigor.

“Sabemos que os municípios têm grande dificuldade, porque ficam transitando suas ambulâncias num processo desgastante. Juntos faríamos uma racionalização dessa logística com eles tendo a população melhor atendida e cada um tendo menos gastos”, ressalta.

Ele lembra que a entidade em gestação pretende discutir regionalmente os problemas da Saúde. Também viabilizar propostas como a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Regional. O secretário de Bauru entende que o consórcio teria o alcance de discutir a necessidade de atender a demanda de Pronto-Socorro e de urgências de toda a região de Bauru.