08 de julho de 2026
Geral

Compras: estratégia evita desperdício

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 2 min

Quando você entra em um supermercado, quais são suas principais preocupações em relação aos produtos que vai comprar? Preço? Qualidade? Prazo de validade? A condição da embalagem? Se contém glúten ou gordura trans? Ou é tudo isso junto? Se for, ótimo. Mas só isso não basta. Para garantir uma compra bem-sucedida, que conserve as características originais dos alimentos, é preciso definir algumas estratégias.

Por exemplo, sempre deixe para pegar os alimentos que dependem de refrigeração por último. Com essa atitude, você evita que o alimento fique “derretendo” no carrinho enquanto passeia pelo supermercado. Outra medida simples, mas que nem todos observam, é tomar a precaução de colocar os produtos mais pesados e resistentes embaixo e os frágeis por cima.

Tem consumidor, e isso é facilmente notado, que não faz a menor cerimônia na hora de colocar alimentos pesados em cima do tomate, do pimentão, da uva ou de alguma verdura. O peso danifica esses e outros produtos e muda a característica original deles. Isso provoca uma alteração no sabor e, em alguns casos, prejuízo para o bolso sofrido do brasileiro, porque parte do alimento não tem outra finalidade que não a de ser jogada no lixo. Não há como chupar uma uva esmagada ou comer uma folha de alface amassada, por exemplo.

Para a nutricionista e chefe de cozinha Maria Inês Maringoni Marques, as estratégias para evitar prejuízos na hora da compra começam antes da chegada ao supermercado. Na opinião dela, o primeiro aspecto que deve ser levado em consideração é nunca sair de casa ou do trabalho de barriga vazia pensando em ir ao mercado. Estudos e pesquisas já comprovaram que o carrinho de quem vai às compras com fome é bem mais recheado de produtos que engordam do que o carrinho de quem está devidamente alimentado.

Outro detalhe que, segundo a nutricionista faz toda a diferença no valor da compra é ir ao mercado com uma lista dos produtos que estão faltando na despensa. Segundo ela, sem lista, a tendência é comprar coisas que não precisa em casa e, o que é pior, às vezes, esquecer de levar o que realmente está fazendo falta.