A reportagem tratando do surgimento de uma crosta verde-acinzentada e que exala mau cheiro nas águas do rio Tietê foi bastante oportuna, além de mostrar a importância dos meios de comunicação na defesa dos interesses da sociedade. Está de parabéns o JC e sua equipe por trazer a público esse fato que era até então desconhecido pela Cetesb, “que ainda não recebeu reclamações sobre a situação da água às margens do rio Tietê, na área abrangida pelo distrito” (sic).
Tudo bem! Como não tenho como provar o contrário, acredito. Tenho um rancho às margens do rio Tietê, no município de Itaju, próximo ao distrito de Marilândia, e posso afirmar que esse problema vem se agravando de forma preocupante, pois quando comprei o terreno no local, há cinco anos, realmente a água era limpa e sem essa poluição.
É no mínimo estranho que a Cetesb, a quem compete monitorar a qualidade das águas dos rios através de exames laboratoriais de amostras de água coletadas de maneira periódica, não tenha detectado o problema. Porém, agora, graças ao JC e ao repórter Carlos Demarchi, a Cetesb já tomou conhecimento do problema. E agora? Será que a Cetesb toma alguma atitude? Vamos esperar para ver.
Luciano Francesco Mondillo - RG 5.621.691