A notícia de que uma equipe do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo virá para Bauru no dia 30 para iniciar o levantamento de dados técnicos para elaboração de laudo sobre o Viaduto Mauá foi alvo de discursos durante a sessão de ontem da Câmara.
Os vereadores Amarildo de Oliveira (PPS), Roberval Sakai (PP) e Fabiano Mariano (PDT) cobraram solução para pôr um fim na interditação parcial do viaduto Mauá, devido a problema na estrutura que se arrasta desde o ano passado. “São nove meses para a apresentação do laudo do IPT. O viaduto está interditado e os agentes nem sequer fazem ronda naquela região”, critica Mariano, que também usou seu tempo para discursar sobre a importância da água.
Numa sessão onde apenas 11 vereadores puderam usar a tribuna devido ao tempo adiantado da sessão, o vereador Fábio Manfrinato (DEM), que substitui Chiara Ranieri durante sua licença-maternidade foi o destaque. “Estou muito feliz e quero agradecer aos 2.430 bauruenses que votaram em mim”, diz.
José Roberto Segalla (DEM) não esteve presente durante a sessão, mas acompanhou de sua casa o andamento dos projetos e José Carlos Pereira (PT), o Batata, faltou à sessão e não se justificou.
Foram aprovados em primeira discussão o projeto de lei que autoriza o Executivo a ceder o uso de um veículo ao Departamento de Água e Esgoto (DAE) e o que altera a redação do artigo 1º da lei 5.666. Ambos, de autoria da Prefeitura.
Também aprovados o projeto que nomeia praça Manoel dos Reis Machado (Mestre Bimba), a moção de aplauso ao Alameda Quality Center pela promoção do evento internacional em Bauru e de apelo para implantação de um Posto de Informações Turísticas de Bauru (PIT) no Parque Zoológico Municipal. Apenas o vereador Roque Ferreira (PT) votou contra à moção de aplauso. “A empresa Constantino está numa reportagem do site do Ministério do Trabalho como uma das empresas que utilizam trabalho escravo. Eu não poderia aprovar isso”, justifica.