Dura em torno de cinco horas e meia a viagem entre São Paulo (Guarulhos) e Lima, a agradável capital do Peru, banhada pelo Oceano Pacífico.
As companhias aéreas, como a LAN, estão oferecendo descontos vantajosos. E algumas operadoras, a chance do acompanhante ir como free (sem pagar). Normalmente, uma viagem ao Peru - terra do ceviche, das lhamas e do artesanato colorido puxado para o vermelho - inclui a capital Cuzco e Machu Picchu, santuário sagrado dos incas. Mas o país oferece muito mais. De Norte a Sul. De Leste a Oeste. Passando por paisagens inóspitas - a Amazônia nasce ali - a cidades construídas entre rochas de coloração quase branca.
Lugares únicos, interessantes, diferentes. Para gente que quer conhecer a fundo o berço de uma das culturas mais fascinantes que deixou seu rastro em torno da Cordilheira dos Andes e de um dos maiores rios do mundo.
O Peru tem riqueza cultural, natural e humana. E aí é que tudo fica muito mais convidativo. O contato com o povo é fascinante. E todos têm uma amabilidade com os brasileiros que nos faz sentir no “umbigo do mundo”.
Um convite para se conhecer o contraste entre bosques e desertos no litoral; profundas quebradas e imponentes cumes nevados na serra andina; encostas com densos arvoredos e imensas planícies de espessa vegetação na selva amazônica, e surpreender-se com a variedade da fauna e da flora que caracterizam essas regiões.
Seis milênios
Isabel Quiñones, diretora da operadora Gran Line, em Lima, lembra que o Peru oferece a grande chance de se admirar todos os vestígios do passado. “Encontrarão (os visitantes) sinais de uma civilização ancestral de seis milênios de antigüidade, de perfil cultural inconfundível, que criou portentos como as Tumbas Reais de Sipán, as linhas de Nasca, Chan Chan e Machu Picchu”. E terão acesso aos melhores exemplos - em pintura, escultura e arquitetura - da fusão das culturas americana e hispânica.
Conheça um pouco desse país de bravos guerreiros que conseguiram dominar a agreste geografia da costa, serra e selva e fundar um país que hoje recebe os visitantes de braços abertos em verdadeiras celebrações de sua alma ancestral, cuja música e dança evocam a sua própria história.