Interessante... Quanto mais leio mais descubro o universo da minha ignorância. Procurei esse ano estabelecer uma meta de leitura. Fiz de propósito... como o “senado” e a “câmara” que se servem de números e valores auspiciosos sem cumprir metas, freqüentemente, deixando os “votadores” boquiabertos pelo universo escuro da própria ignorância. Iniciando Milan Kundera, "Insustentável leveza do ser", demorei mais de uma hora só em reflexões das suas primeiras páginas: 09, 10 e 11, o que não ocorria desde a leitura de "A alma do homem", sob o socialismo de Oscar Wilde.
Acredito no fim da história, não como o autor Francis Fukuyama interpreta, mas como Milan Kundera, em suas primeiras páginas, através da repetição dos fatos e porque “tudo é sinceramente perdido”. Nesses instantes tive uma idéia que acredito fabulosa, dando dois sentidos à mesma palavra, em que o sr. Zarcillo Barbosa, grande “devorador” de livros e articulista desse jornal, desenvolveria para nós, frente aos atuais acontecimentos da vida congressista nacional, um ensaio sobre o retorno de Robespierre cortando cabeças do império político brasileiro. “Buscando os fracos limites da vontade humana, (da nossa “democracia”) contra a resistência das coisas.”
Antonio Sergio Sanches