09 de julho de 2026
Internacional

Nova York envia amostra de gripe para centro de controle


| Tempo de leitura: 2 min

Washington - Testes em estudantes de uma escola de Nova York deram positivo para uma influenza tipo A, segundo relatou a CNN neste sábado. Contudo, mais exames são necessários para checar se eles contraíram o vírus que tem atingido o México.

Citando autoridades locais de saúde, a CNN afirmou que o Departamento de Saúde da cidade estava enviando as amostras dos nove estudantes para o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), em Atlanta, para exames mais detalhados.

Cerca de cem estudantes de uma escola do Queens ficaram doentes na semana passada, o que levou à realização dos primeiros testes, de acordo com a mídia local.

Uma rápida retirada de amostra da garganta pode dizer se a pessoa tem ou não influenza, mas testes mais específicos são precisos para determinar o tipo da doença.

Representantes do CDC disseramontem que esperavam um contato das autoridades locais e que não estavam envolvidos com o caso em Nova York. Eles ressaltaram que surtos de doenças respiratórias são comuns e não necessariamente significam que as pessoas estão com influenza.

A letal epidemia mexicana de gripe suína pode prejudicar o comércio e as viagens entre EUA e México, caso provoque restrições a deslocamentos pela fronteira ou desperte medo nos consumidores, segundo analistas.

Não está claro qual será o impacto da epidemia, pois os especialistas ainda tentam saber mais sobre a doença que já matou até 68 pessoas. No entanto, os setores naval e turístico estão especialmente em alerta.

Qualquer restrição ao comércio exterior devido à epidemia partiria do Departamento de Agricultura dos EUA, que tem o poder de “paralisar o movimento”, segundo Russell Laird, diretor-executivo das Associações Americanas de Caminhões para o transporte agroalimentício. “Até agora não ouvimos nada, mas se esse apelo for feito certamente faremos nossa parte”, disse ele.

Katherine Andrus, conselheira-geral da Associação do Transporte Aéreo, disse que a entidade está atenta às orientações dos órgãos de saúde, mas que por enquanto não há decisões no sentido de restringir as viagens entre EUA e México.