09 de julho de 2026
Geral

Mais de 60 engenheiros e arquitetos disputam duas vagas na prefeitura

Juliana Franco
| Tempo de leitura: 2 min

Dos 75 inscritos, 66 comparecem para fazer a prova do processo seletivo realizado pela Prefeitura de Bauru, ontem, para as vagas de arquiteto e engenheiro disponíveis na Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), uma em cada área. A prova foi produzida por uma comissão organizadora composta por funcionários municipais e docentes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e teve duração de três horas.

Os candidatos tiveram que responder a 20 questões objetivas de múltipla escolha. O resultado para a vaga de engenheiro será divulgado na quinta-feira. Os candidatos que disputam a vaga de arquiteto, além da prova objetiva, terão que fazer um teste de projeto, que ainda não tem data marcada.

Segundo Neusa Maria Ferraz Valdo, diretora do Departamento de Recursos Humanos da prefeitura, o gabarito das provas será divulgado amanhã. Dos 53 profissionais que disputam a vaga para arquiteto, 47 compareceram para fazer a primeira prova. Já para a vaga de engenheiro, dos 22 inscritos, 19 fizeram o teste.

Atualmente, a Seplan possui quatro arquitetos e cinco engenheiros. “A princípio a vaga é para a secretaria, mas caso haja necessidade, o profissional pode atuar em outras áreas dentro da Administração Municipal”, explica Neusa. “As vagas estão disponíveis há um bom tempo. Há anos, não tínhamos concurso na área”, complementa.

As inscrições para o processo seletivo foram realizada entre os dias 6 e 14 deste mês e a taxa foi de R$ 30,00. Os candidatos doadores de sangue foram isentos da taxa.

A dificuldade em encontrar vagas no mercado de trabalho foi o fator responsável pela opção da recém-formada Natália Pereira Cando, 24 anos, para fazer a prova. “Havia questões fáceis e outras mais complicadas. Mas estou confiante, tenho que estar”, afirma. “Resolvi prestar o concurso devido à estabilidade. Hoje, está difícil conseguir emprego”, acrescenta Natália.

Para o estudante do último ano de arquitetura João Paulo Oliveira, 21 anos, a possibilidade de ingressar na área e aprender mais o impulsionaram na decisão pelo concurso público. “A prova não estava muito complicada. Fiz o teste porque vejo a possibilidade de me formar já atuando na área e sei que vou ampliar os meus conhecimentos”, revela.