• Raridades da Ferrari vão a leilão na Itália
Modelos raros de Ferrari e Maserati vão ser leiloados no dia 17 de maio em Maranello, na Itália. Entre as preciosidades que estarão à venda está uma Ferrari 500 Superfast de 1965, avaliada em 12 milhões de euros (US$ 15,5 milhões). O veículo, que disputou as 24 Horas de Le Mans e também correu em Monza. Quem não quiser gastar tanto terá de pagar pelo menos 2 milhões de euros (US$ 2,58) por um exemplar da Ferrari 250 GT California de 1959, que conta com motor V12 3,0 litros de 240 cavalos. Também irá a leilão um monoposto Maserati 250F Grand Prix de 1956, que foi pilotada por Juan Manuel Fangio. O lance inicial começa por 1,7 milhão de euros (US$ 2,2 milhões). Outra raridade é lendário modelo de corrida Ferrari 250 Testa Rossa 1957. Somente 22 unidades do foram fabricadas e esta é a primeira a ir a leilão. Por esse motivo, a expectativa é de o veículo ser arrematado por um valor histórico. O evento será organizado pela empresa de restauração e venda de carros antigos RM Auctions em parceria com a casa de leilões Sotheby’s.
• Torre de carros é atração
Um parque temático da Volkswagen instalado perto da sede da empresa, em Wolfsburg, na Alemanha, tem atraído milhares de pessoas. Dezenas de modelos estão expostos. A Car Tower reúne os principais modelos da montadora. O sistema puxa o carro e leva até o térreo a pedido do cliente. Na foto, o VW Golf (vermelho) e o VW Scirocco.
• Metade da frota nacional em 2012 será de bicombustíveis
O setor sucroalcooleiro está positivo com a expansão do consumo de veículos bicombustíveis no país. De acordo com projeções do presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, 50% da frota circulante será “flex” em 2012 e subirá, em 2015, para 65%. Jank tem como base os dados atuais da frota nacional. Segundo ele, mais de 7 milhões de automóveis e comerciais leves em circulação no Brasil são bicombustíveis, ou seja, 25% da frota total, estimada em 28 milhões de veículos (ao contar além dos carros, caminhões e ônibus).
O avanço dos veículos bicombustíveis rende cifras tanto para as montadoras quanto para a indústria da cana-de-açúcar. Em 2008, o setor sucroalcooleiro registrou faturamento de R$ 45 bilhões, com a produção de 560 milhões de toneladas de cana em 450 usinas em todo o país. Hoje, o etanol – hidratado e anidro - já substitui 50% do consumo de gasolina no Brasil.