Quanto mais o tempo passa, mais se constata que o poder público é de uma incompetência crônica. É como “lá se diz”: muito trovão é sinal de pouca chuva. Esse é o retrato do poder público: fala e fala; justifica e justifica; promete e promete e..., fazer que é bom..., nada. É o típico “jogo-de-empurra”.
O munícipe que se vire. Se dane. Devíamos nos unir e não pagar mais os impostos. Devíamos, isto isto sim, juntar a “grana” dos impostos e fazer o trabalho do poder público, inclusive o asfalto, através do qual os últimos prefeitos de Bauru se elegeram.
É uma “incompetência” só, apra não dizer “outra coisa”. Além disso, a “cara-de-pau” do poder público ao justificar sua “incompetência” é de uma grandeza cinematográfica. Vaias para eles. Muitas palmas para os ilustres munícipes da reportagem que são verdadeiros cidadãos.
David Eme - escritor