Aquele político paulista andava a fazer campanha pela sua eleição para deputado estadual pelas cidades do Interior paulista. A mulher dele coleciona estátuas de santos e pedira a ele que procurasse estátuas para a sua coleção durante suas viagens pelas pequenas cidades da região de Bauru, por onde deveria andar durante boa parte da semana.
Na sexta-feira, já se encaminhando de volta para casa, lembrou-se da recomendação da mulher e ficou preocupado por não ter se lembrado antes de procurar sua encomenda.
Quase na saída da pequena cidade, no final da rua principal, avistou uma pequena loja de quinquilharias e resolveu entrar e explicou ao lojista o que estava procurando.
Chamando a esposa, que o ajudava a atender na loja, indagou dela se haveria alguma estátua de santo e ela logo trouxe uma estátua bonita de uma bailarina e explicou ao político que aquela era a estátua de Nossa Senhora da Alegria, que ele logo comprou e levou para agradar a esposa.
Contado a Isolina Bresolin Vianna por um lojista da região