Uma chuteira nova e um videogame bem transado. Esses são apenas dois dos produtos comprados por Gabriel Fraga de Almeida, 11 anos, com seu próprio dinheiro. Ele é assim: gosta de poupar quase todo o dinheiro que ganha para realizar seus sonhos de menino.
Cofrinhos de porcelana não têm vez para Gabriel. Ele os enche com moedas que recolhe pela casa ou que sobram das compras. Depois, os quebra para colocar o dinheiro na poupança, já que lá é mais seguro e até gera rendimentos.
“Eu não tenho mesada, mas sempre ganho dinheiro da minha família. Quando faço aniversário, no Natal, Páscoa ou Dia das Crianças, eu prefiro dinheiro e não um monte de presentes. Assim, junto e compro o que quero”, explica.
Sempre atento às finanças, o esperto garoto aprendeu direitinho com os pais a cuidar do dinheiro. Atualmente ele tem cerca de R$ 300,00 na poupança, quantia que conseguiu somar fazendo economia.
Há mais de um ano Gabriel guarda dinheiro no banco para comprar coisas que acha interessante, e ele ensina para os amigos do colégio o quanto é legal essa alternativa para ter seu próprio dinheiro.
O exemplo que vem de casa
Que criança nunca ouviu a frase: ‘filho de peixe, peixinho é’? Existe verdade nesse ditado popular, pois os exemplos que seus pais lhe dão são muito importantes para a sua formação, hábitos e costumes. Ser econômico e saber poupar dinheiro é, também, uma coisa que se aprende com os pais.
O economista Reinaldo Cafeo diz que a educação financeira deve vir do berço. Logo que a criança começa a entender que para ter coisas é preciso dinheiro, os pais já devem ensinar os filhos. “As crianças são o reflexo do comportamento dos pais. Pais gastadores, sem controle, criarão filhos com o mesmo perfil”, diz.
A garotada nem sempre quer o melhor produto, mas sim o que chama a atenção, muitas vezes por capricho. E os pais são os responsáveis por estabelecer limites para a boa educação de seus filhos.
Então, quando você ouvir um ‘não’ do papai ou da mamãe, não pense que eles são chatos e querem ver você triste. Nada disso. A obrigação deles é mostrar o que é bom ou não.
A bancária Ana Gabriela Silva Fraga é mãe de Gabriel Fraga de Almeida, e sabe da responsabilidade de cuidar da educação financeira do filho. “Sempre tivemos o cuidado de ensinar para o Gabriel qual é o valor do dinheiro. Hoje, percebo que isso tem gerado frutos. Ao invés de ganhar muitos presentes, ele prefere notas para guardar na poupança e usar quando necessário”, conta a mãe.
____________________
Você sabia?
Existem duas principais teorias sobre a origem da figura do porquinho como cofre para guardar o dinheiro poupado. A primeira é atribuída ao engenheiro francês Sebastian la Pestre, no século 17. Ele teria calculado que, em dez anos, uma porca pode produzir seis milhões de filhotes e concluiu que este animal representaria bem a idéia de economizar.
Já a outra lenda diz que a verdadeira origem da mania de guardar moedas em cofres com formato de porco surgiu no século 18. Uma argila com tom vermelho-escuro chamada pygg era usada para construir os potes, nos quais as pessoas guardavam as moedas.
Um ceramista inglês não familiarizado com o termo, ao receber uma encomenda confundiu o ‘pygg’ da cerâmica com ‘pig’ (porco em inglês). Por esta razão, preparou potes em formato de porco. A moda pegou e persiste até os dias de hoje.
Fontes: www.guiadoscuriosos.com.br e http://pt.wikipedia.org/wiki/Porquinho-mealheiro Uma chuteira nova e um videogame bem transado. Esses são apenas dois dos produtos comprados por Gabriel Fraga de Almeida, 11 anos, com seu próprio dinheiro. Ele é assim: gosta de poupar quase todo o dinheiro que ganha para realizar seus sonhos de menino.
Cofrinhos de porcelana não têm vez para Gabriel. Ele os enche com moedas que recolhe pela casa ou que sobram das compras. Depois, os quebra para colocar o dinheiro na poupança, já que lá é mais seguro e até gera rendimentos.
“Eu não tenho mesada, mas sempre ganho dinheiro da minha família. Quando faço aniversário, no Natal, Páscoa ou Dia das Crianças, eu prefiro dinheiro e não um monte de presentes. Assim, junto e compro o que quero”, explica.
Sempre atento às finanças, o esperto garoto aprendeu direitinho com os pais a cuidar do dinheiro. Atualmente ele tem cerca de R$ 300,00 na poupança, quantia que conseguiu somar fazendo economia.
Há mais de um ano Gabriel guarda dinheiro no banco para comprar coisas que acha interessante, e ele ensina para os amigos do colégio o quanto é legal essa alternativa para ter seu próprio dinheiro.
O exemplo que vem de casa
Que criança nunca ouviu a frase: ‘filho de peixe, peixinho é’? Existe verdade nesse ditado popular, pois os exemplos que seus pais lhe dão são muito importantes para a sua formação, hábitos e costumes. Ser econômico e saber poupar dinheiro é, também, uma coisa que se aprende com os pais.
O economista Reinaldo Cafeo diz que a educação financeira deve vir do berço. Logo que a criança começa a entender que para ter coisas é preciso dinheiro, os pais já devem ensinar os filhos. “As crianças são o reflexo do comportamento dos pais. Pais gastadores, sem controle, criarão filhos com o mesmo perfil”, diz.
A garotada nem sempre quer o melhor produto, mas sim o que chama a atenção, muitas vezes por capricho. E os pais são os responsáveis por estabelecer limites para a boa educação de seus filhos.
Então, quando você ouvir um ‘não’ do papai ou da mamãe, não pense que eles são chatos e querem ver você triste. Nada disso. A obrigação deles é mostrar o que é bom ou não.
A bancária Ana Gabriela Silva Fraga é mãe de Gabriel Fraga de Almeida, e sabe da responsabilidade de cuidar da educação financeira do filho. “Sempre tivemos o cuidado de ensinar para o Gabriel qual é o valor do dinheiro. Hoje, percebo que isso tem gerado frutos. Ao invés de ganhar muitos presentes, ele prefere notas para guardar na poupança e usar quando necessário”, conta a mãe.
____________________
Você sabia?
Existem duas principais teorias sobre a origem da figura do porquinho como cofre para guardar o dinheiro poupado. A primeira é atribuída ao engenheiro francês Sebastian la Pestre, no século 17. Ele teria calculado que, em dez anos, uma porca pode produzir seis milhões de filhotes e concluiu que este animal representaria bem a idéia de economizar.
Já a outra lenda diz que a verdadeira origem da mania de guardar moedas em cofres com formato de porco surgiu no século 18. Uma argila com tom vermelho-escuro chamada pygg era usada para construir os potes, nos quais as pessoas guardavam as moedas.
Um ceramista inglês não familiarizado com o termo, ao receber uma encomenda confundiu o ‘pygg’ da cerâmica com ‘pig’ (porco em inglês). Por esta razão, preparou potes em formato de porco. A moda pegou e persiste até os dias de hoje.
Fontes: www.guiadoscuriosos.com.br e http://pt.wikipedia.org/wiki/Porquinho-mealheiro