Associo-me ao ilustre professor João Francisco Tidei de Lima em sua carta, acolhida pelo JC de 17/6, na Tribuna do Leitor, em defesa do Museu de Avaí. Solidarizo-me também com o colega Vivaldo Pitta. Trabalhando juntos na velha NOB, no Telégrafo-Central (Movimento), conheci sua dedicação e empenho na preservação dos documentos da ferrovia e dos ferroviários.
Já foi dito “que se tenha o máximo da documentação - façam filmes, gravem testemunhos -, porque há de vir um dia em que algum idiota se vai erguer e dizer que isto nunca existiu” (IKE, ao visitar os campos de concentração nazistas). É o respeito à História.
Em boa hora, o advogado e militante Pedroso Junior e outros companheiros de várias linhas ideológicas estão organizando uma entidade, “A nossa memória ninguém apaga’’, justamente para resgatar e preservar a memória, a História. Numa palavra, a vida e a obra daqueles que nos antecederam, sempre na luta por um mundo melhor...
Isaias Daibem