08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

"Objeto no céu intriga adolescente"


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Sob o título acima, o JC de 14/6/09 publicou uma reportagem sobre um objeto circular de luz intensa que fazia movimentos bruscos no céu de Bauru e que foi fotografado por um estudante, morador do Jardim Higienópolis, em 31/3/09 e 12/6/09. A jornalista Monise Centurion relata, na reportagem, dois casos de supostos contatos com objetos voadores não identificados na região. Esta reportagem trouxe à minha memória um caso do qual participei como investigador ufológico em 1974. Passo a relatar o caso. Aqui ele está sintetizado porque tenho em meus arquivos uma fita cassete, com 1 hora e meia de duração, onde o protagonista relata detalhadamente o ocorrido.

Meia noite de 22/5/73. Onílson Pattero, um representante comercial, guiava sozinho seu Opala 70, de Osvaldo Cruz para Catanduva (cidade onde ele morava). Chovia muito. Na ponte do Salto de Avanhandava um homem acenava. Onílson deu carona ao homem. Durante a viagem falaram de coisas triviais. O carona foi deixado em Itajobi, numa praça, às 3 horas da manhã. Onílson seguiu para Catanduva. No quilômetro 7 surgiu uma luz muito forte na sua frente. Um objeto pairava no ar, a poucos metros do chão. Era como duas bacias emborcadas. A luz que saía do objeto deixava o carro transparente, a ponto de Onílson ver as peças dentro do motor. O motor parou imediatamente.

Ele tentou fugir, mas algo impediu. Era uma espécie de tira de borracha que o segurou pela cintura. Em seguida ele desmaiou. Foi encontrado por um policial rodoviário, em decúbito dorsal, na pista de rolamento, às 5h30. A chuva havia parado horas antes. Manchas roxas apareceram no corpo dele, mas sumiram 15 dias depois. No dia 26/4/74, às 23h30, Onílson guiava sozinho um Fusca, de Marília para Catanduva. A uns 30 metros do chão, na sua frente e à esquerda, surgiu um objeto maior que o anterior. O motor do carro parou. Ele tentou fugir, mas foi sugado por um facho de luz de uns 20 centímetros de diâmetro.

Viu-se de repente numa sala azul redonda. Numa espécie de poltrona uma pessoa sentada. Era a mesma pessoa que ele havia dado carona em 22/5/73. Ela disse que eles estavam em busca de uma substância aqui na Terra, ainda desconhecida por nós. Onílson foi submetido a algumas experiências. Colocaram nele uma espécie de capacete com fios e uma roupa feita com tecido aluminizado. Depois só se recorda que o deixaram num morro altíssimo, num lugar ermo, muito escuro. Foi descendo no meio da mata fechada. Viu um clarão ao longe, era uma cidade. Foi acolhido numa fazenda agropecuária. Estava em Colatina (ES). Era o dia 2/5/74. Parentes o vieram buscar. Não tinha condições de retornar sozinho para Catanduva.

Gilberto Sidney Vieira