Prezados amigos do Jornal da Cidade, o quanto vocês estão em minha memória. Sou nascida em Bauru, mas hoje vivo em Santos. Com certeza, o senhor Tepedino também é um ícone da minha infância! Lembro-me das inúmeras vezes em que encontrava com ele na volta da escola e, depois, num momento à frente, quando retornava a Bauru, em sua esquina e cerveja.
Grande carinho tenho por ele, sua esposa e seu filho, que era muito meu amigo. A rua Rio Branco deixou lembranças em muitos corações, tanto das crianças quanto dos adultos, mas devo corrigir a quem escreveu o artigo sobre meu vizinho, senhor Ignácio, porque, na verdade, ele não foi o primeiro morador. Ele se mudou em 1963 para aquela esquina. Já tinham morado lá a senhora Alady Garrido Lamônica, na esquina com o extinto BAC, o senhor Chen-Chen, que tinha uma academia de Judô na esquina com a rua Machado de Assis e, finalmente meus pais, João e Neusa Vasconcellos, que se mudaram para esta rua em maio de 1960. Como jornalismo deve ser elucidativo, envio minha correção. Sem mais, agradeço.
Ana Beatriz Giggo - arquiteta - bauruense de coração e santista por situação