Perplexo! Vivenciamos o paradigma dos “fatos”, numa sociedade, que divide-se entre o “fato” e o “de fato”! Mas que “fato”, o novo ou o velho “de fato”?: O “fato” do agora é a ética, mas qual a que falamos ou buscamos?! A nossa ou a alheia?!
Dentro de um universo infinitamente complexo, buscamos espaço, cobrando ética nos outros e a nossa, até que ponto somos éticos?! No pessoal, no trabalho, no dia-a-dia, nos atos que produzimos!... O “fato” que “de fato” não é novo e sim mais um, do senado e dos políticos! Não podemos esquecer que a falta de ética não é privilégio apenas dos políticos, pois o espelho da razão tem refletido e respingado em inúmeras áreas e setores da sociedade...
Não podemos esquecer que os “nobres políticos” são “dignos” representantes dos mais variados estados e segmentos profissionais, dentro da comunidade que os elegeram! Que estes “fatos” não sejam reflexos, do meio que vivemos!!! Que o espelho social reflita a ética da mudança, num todo e que um novo “fato” (vergonhoso) não sirva de manto para encobrir o reflexo do espelho da razão e da ética e sim para reflexão. Até que ponto somos ou contribuímos para esta inércia?
Rui Miguel Tripoli