Embora a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) não tenha registros de presos ou funcionários contaminados com o vírus da gripe H1N1, as unidades prisionais estão sob monitoramento. Se algum detento apresentar sintomas da doença, será retirado do local e removido à casa de saúde, onde exames clínicos serão realizados.
Caso a gripe seja confirmada, ele permanecerá internado no hospital que reunir condições de tratá-lo, sendo a Secretaria do Estado da Saúde imediatamente informada. O objetivo é que sejam adotadas todas as providências necessárias, informa o órgão de comunicação da secretaria. Com relação às visitas, se o Serviço de Assistência à Saúde dos presídios suspeitar de alguém, ele será orientado a não entrar na unidade e a não se relacionar com os demais visitantes. Ainda receberá a recomendação de dirigir-se a uma unidade de saúde para avaliação.
De forma geral, segundo a SAP, presos e familiares foram orientados quanto às medidas protetivas a serem adotadas - como higienizar freqüentemente as mãos (principalmente após tossir e espirrar). Nestes casos, o ideal é utilizar lenços descartáveis. Evitar tocar os olhos, nariz e boca sem lavar as mãos integra a lista de orientações, assim como não compartilhar alimentos, copos e objetos de uso pessoal com pessoas gripadas.