Os crimes mais violentos que afugentam a população das grandes metrópoles ainda não foram registrados em Piratininga, comemora o delegado titular Paulo Calil. Segundo ele, no município a polícia comunitária é real. “Uma cidade com menos de 25 mil habitantes como é Piratininga, onde todo mundo se conhece é praticada a verdadeira polícia comunitária. Os policiais militares e civis se entendem e conhecem a população. Quando chega alguém de fora, desconhecido, os próprios moradores comunicam a polícia.”
O seqüestro, crime comum na Capital, nunca foi registrado no município. O último homicídio já fez aniversário de um ano e o último latrocínio (roubo seguido de morte), dois. “Nós registramos muitos furtos, tanto na área urbana como rural. Aqui é possível ter qualidade de vida.”
O delegado ressalta que a proximidade com Bauru, na maioria dos casos, ajuda. “Se precisamos de reforço, tanto da Polícia Militar como da Civil, ele chega rápido, cerca de 10 minutos.”
Para o presidente da Câmara Municipal, José da Graça de Oliveira, não só os baixos índices de criminalidade que atraem novos moradores. “Temos 99% do esgoto tratado e aterro sanitário para o lixo.”