Brasília - Com fôlego reduzido e quase nenhum diálogo no governo que ajudou a eleger e reeleger, o MST chega hoje a Brasília com 3.000 sem-terra, no que está sendo considerado pelo próprio movimento a última grande mobilização de cobrança por reforma agrária na gestão Lula.
Em 2010, por conta das eleições, eles avaliam que não haverá espaço para cobranças. “O governo Lula tem uma dívida com a gente e, pelo calendário, este é o último ano de trabalho”, diz Marina dos Santos, da coordenação nacional do MST. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra montará acampamento e, por duas semanas, fará marchas na Esplanada dos Ministérios e apresentará ao governo pauta de reivindicações.