11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Pesquisa coleta moscas da abóbora em Tibiriçá

Da Redação
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O secretário municipal de Agricultura e Abastecimento (Sagra), José Carlos Zito Garcia, recebeu, na última quarta-feira, a visita do engenheiro agrônomo Miguel Francisco de Souza Filho, do Centro Experimental do Instituto Biológico (IBC), de Campinas, que está desenvolvendo uma pesquisa inédita na região sobre a praga anastrepha grandis, ou “mosca-das-cucurbitáceas”, família das plantas à qual pertencem a abóbora, melão, melancia, moranga, chuchu, pepino e caxi, espécies de grande importância econômica.

O estudo foi viabilizado graças à parceria da Sagra com a Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado. Numa área experimental montada no Centro de Pesquisa e Difusão Tecnológica de Tibiriçá, foram plantados cerca de 100 pés de abóbora especialmente para esta experiência.

Miguel Francisco explicou que, nesta primeira fase da pesquisa, ele aprisionou insetos que foram ‘pegos’ nas armadilhas colocadas há pouco mais de dois meses na plantação de abóboras da área experimental. “Infelizmente, constatamos que entre os insetos ‘capturados’ foi identificada a ‘mosca-das-cucurbitácias’; significa dizer que a região de Bauru não está livre desta praga, o que restringe a produção de melão, melancia e abóboras para a exportação”, disse o pesquisador.

O próximo passo, segundo ele, é retomar o plantio de abóboras em nova área experimental, ainda neste segundo semestre, para ter uma idéia mais precisa sobre a incidência da praga.