09 de julho de 2026
Polícia

Dise de Jaú prende quadrilha de traficantes

Monise Centurion
| Tempo de leitura: 2 min

A Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Jaú prendeu ontem seis pessoas acusadas de tráfico de drogas e associação para o tráfico em Barra Bonita. Outras quatro pessoas são acusados de integrar a quadrilha, entre elas dois presos: Tiago Ferraz de Oliveira, 21 anos, detido na Penitenciária Walter Queiroz, em Pirajuí, e Paulo Sérgio Alves de Oliveira Campos, 39 anos, vulgo “Paulinho Dalala”, preso no regime semi-aberto da Penitenciária 2 de Bauru, e apontado como líder do bando.

Além da quadrilha, os policiais apreenderam balança eletrônica e 445,2 gramas de cocaína escondidas em um terreno baldio, e uma sacola plástica com outra balança eletrônica, e mais 267,5 gramas de crack, 52,7 gramas de maconha e 103,4 de cocaína, na casa de um dos acusados.

Durante a operação, foram presos Natalina Cristina Ferraz Rosa, 41 anos, Antonio Marcos Ribeiro Soares, 37 anos, vulgo “Marquinhos”, Wilton Alves da Silva, 19 anos, vulgo “Bocão”, Gisele Szpaller Pacheco, 23 anos, Leide Daine de Campos, 24 anos e Deivid Willian Nascimento, 26 anos, vulgo “Buiu”. Abílio Alexandre Conduta, 30 anos, vulgo “Billy”, e Claiton César Magalhães da Silva, 27 anos, vulgo “Big”, estão foragidos.

De acordo com delegado Euclides Franscisco Salviato Júnior, policiais da Dise realizaram diligências para cumprimento de mandados de busca expedidos pela 1ª Vara Criminal de Barra Bonita para apreensão de materiais ligados ao tráfico de drogas.

Na casa de Natalina e seu amásio Antonio Marcos, onde também encontrava-se Wilton, a polícia não encontrou drogas. Simultaneamente, os policiais realizaram buscas na residência de Leide e Deivid. “Neste local, as investigações demonstravam que Natalina e Antonio Marcos utilizavam para perpetuar o tráfico de drogas, contando com auxílio na venda e guarda para a venda de Leide e Deivid”, afirma o delegado. Porém, também nada foi localizado.

Entretanto, policiais tinham conhecimento de que a droga da quadrilha estava sob a guarda de uma pessoa chamada por “Gi”, que teve nome correto divulgado por Leide. Após titubear, Gisele Szpaller Pacheco informou que a droga pertencia a Natalina e encontrava-se no terreno baldio ao lado do muro de sua residência, onde os policiais fizeram a primeira apreensão.

Posteriormente, foram realizadas buscas na residência de Abílio, onde foi localizada uma sacola plástica contendo outra parte do entorpecente. As mulheres foram recolhidas à Cadeia Pública de Dois Córregos e os homens à Cadeia Pública da Barra Bonita. A pena para a associação ao tráfico varia entre três a dez anos de prisão enquanto a pena do tráfico varia entre cinco e 15 anos de reclusão.