Gostaria de demonstrar minha indignacao com o ser “humano”, haja vista o tamanho desrespeito com o próximo. A história ocorreu dentro do circular número 9209, da empresa Sem Limites, linha Isaura Garmes X Estoril, no horário de 9h13, de 14/9/2009. Eu, como usuária do transporte circular, adentrei no veículo que estava praticamente com quase todos os bancos ocupados, restando apenas dois assentos livres no fundo do circular. Para minha surpresa e indignação, ao pedir licença para sentar-me no banco vago, obtive como resposta que o banco estava reservado para uma pessoa, que adentrou no circular quando o veículo já se encontrava em outro bairro. Moral da história: a pessoa era a namorada do cidadão. É possível admitir que isso ocorra quando se fala tanto em respeito, solidariedade, educação e observância dos direitos alheios?
Neuza Borges de Carvalho