09 de julho de 2026
Regional

Nova praça de pedágio de Areiópolis deverá ficar pronta em outubro

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Areiópolis - Após a implosão do antigo prédio onde funcionava o pedágio de Areiópolis, a previsão é a de que as novas instalações da praça de pedágio na rodovia Marechal Rondon (SP-300) estejam prontas e operando no dia 20 de outubro.

A informação é da assessoria de comunicação da concessionária Rodovias Tietê, responsável pela administração das praças. Duas novas cabines de pedágio já haviam sido construídas num local próximo para que a cobrança continue a ser feita na rodovia. Uma nova praça de pedágio com maior número de cabines está sendo erguida no local para atender o aumento da demanda.

Conforme o JC divulgou na edição de anteontem, a equipe de engenheiros da concessionária utilizou cinco quilos de dinamite em gel, na última quarta-feira, para destruir o antigo prédio, que veio abaixo em poucos segundos.

A praça de pedágio de Areiópolis é uma das cinco que fica no entorno da cidade de Botucatu e que preocupa o vereador Luiz Aurélio “Lelo” Pagani (PT), que pretende acionar o Ministério Público (MP) para evitar a instalação de mais uma praça de pedágio na microrregião, entre Botucatu e São Manuel.

“Vamos tentar sensibilizar o Poder Judiciário dizendo que nós temos cinco praças de pedágios em um raio de 30 quilômetros. Isso realmente é um absurdo porque estamos cercados de pedágios”, comenta Pagani. Os cinco pedágios na microrregião de Botucatu estão localizados nas seguintes áreas: um na Castelo Branco, antes de entrar na Castelinho; um em Areiópolis; um em Anhembi; um em Conchas e o novo a ser instalado em Botucatu.

“Para se ter uma idéia em São Manuel nós temos 3,5 mil pessoas que trabalham em Botucatu e que têm que passar todo dia pelo pedágio. A luta vai ser contra esse pedágio entre Botucatu e São Manuel para que seja retirado. É uma briga grande, mas nós vamos ter que tentar”, comenta o vereador.

Pagani está reunindo documentos e pretende procurar o MP em breve. “É um abuso do poder econômico e do poder público. Não estão enxergando a dificuldade que a população vai ter para pagar isso”, completa.