Como diz o adágio: "Nem tudo o que reluz é ouro", pois o que aparenta ser verdadeiro, pode ser totalmente falso.
Pois a comunidade negra pode ter se acostumado ao que antigamente fora bem real, sobre a propalada fórmula dos três pês: preto, pobre e prostituta, que sofriam amplo preconceito de uma parcela da sociedade. Assim continua hoje essa mania da inclusão de negro com os movimentos homossexuais, como se fosse coisa tão natural, embora que algum afro-descendente tenha feito este tipo de opção sexual.
Existe assim uma forte tendência de se misturar tudo. Como o negro e o índio; uma coisa é a etnia, raça ou nacionalidade, como o nascimento de uma situação natural, como o de ser pobre. Mas a opção pessoal de uma afirmação sexual difusa, isto é totalmente diferente. Assim também o grupo da diversidade poderia agregar em seu movimento, o outro segmento dos que se dizem vítimas duma sociedade capitalista, e por serem “injustiçados”, cometem seus crimes, como revolta social ou anti-social.
O outro lado também básico é que nem tudo é preconceito, sem esse pré. As pessoas e algumas entidades têm também os seus próprios conceitos, e não são obrigados a aceitar as coisas contrárias a sua ética. De bons costumes e moral, como a posição da Igreja, que ama, e acolhe o indivíduo, sem aprovar sua opção, como o faz alguns pais no seio familiar, por todas as diversidades pessoais, e não apenas por sexualidade. Grato.
Carlos Roberto dos Santos