08 de julho de 2026
Regional

Acusado de assassinar a namorada é preso em SP

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

Jaú - A Polícia Civil de Jaú (47 quilômetros de Bauru) conseguiu prender, em São Paulo, José Maria Alves, 51 anos, acusado de matar a namorada Sônia Regina Peletiero Soares, 44 anos, a facadas, no mês de fevereiro, em Bocaina. O crime, por ciúmes, foi cometido na frente da neta da vítima, de 12 anos. A outra neta, de 8 anos, tentou fugir e acabou morrendo atropelada na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225).

Segundo o delegado seccional de polícia de Jaú, Roberto Cardoso de Mello Tucunduva Filho, em operação da Deinter-4, a Polícia Civil também prendeu três pessoas em flagrante na região, duas por tráfico de drogas e uma por dano; registrou 19 Boletins de Ocorrência; cumpriu dois mandados de prisão criminal e 18 de prisão administrativa, com duas e 17 pessoas detidas, respectivamente; cumpriu 13 mandados de busca e apreensão e um mandado de apreensão de adolescente e apreendeu 11 gramas de crack, um veículo e uma máquina caça-níqueis.

Além disso, de acordo com o delegado seccional, a polícia abordou 180 pessoas e vistoriou 80 veículos, oito lan-houses e dois desmanches de carros. Sete produtos, entre equipamentos eletrônicos e materiais utilizados em apostas de “jogo do bicho”, também foram apreendidos.

Produtos piratas

Policiais civis de Jaú conseguiram desmontar um escritório localizado na rua 24 de fevereiro, nº 29, jardim Bela Vista, que era utilizado para a reprodução ilegal de CDs e DVDs. No local, com autorização judicial para busca, a polícia apreendeu 1.620 DVDs e 550 CDs gravados, 250 DVDs virgens, 3.200 encartes e duas torres para reprodução, cada uma com capacidade para gravar dez mídias.

De acordo com o delegado titular do 2º Distrito Policial de Jaú, Luverci da Costa Mello, com a aparelhagem apreendida, seria possível reproduzir 20 CDs ou DVDs a cada meia hora. O proprietário do imóvel, Genilson Santos da Silva, 31 anos, confessou que havia adquirido as mídias e os equipamentos em São Paulo e que os produtos pirateados eram vendidos à comerciantes da cidade.