Gabriel Chalita (PSB) assegura que está sendo vítima de perseguição política devido às críticas que tem feito à política educacional do governo José Serra (PSDB). Ex-tucano, o vereador assegura não ter cometido infidelidade partidária e revela que mudou de partido para defender seus projetos ligados a educação. “Fui eleito com uma bandeira da educação. As pessoas acreditavam que lutaria pela causa. Mas não consegui espaço para discurtir o tema no PSDB”, revela.
“Viajo pelo mundo todo e tenho cobrança muito forte dos educadores nesta política. Tentei muitas vezes conversar com o governador, mas não tive espaço. Por outro lado, o PSB é um partido que tem mais a ver com o que eu acredito em termos educacionais e me deu uma chance. Agora me sinto com mais espaço para defender as bandeiras que acredito”, complmenta.
Segundo Chalita, é incoerente o PSDB pedir o seu mandato, já que o deputado federal William Woo também se desligou do partido. Em contrapartida, o senador Flávio Azzi, a deputada federal Rita Camata e o deputado estadual Geraldo Vinholi se filiaram. “Eles recebem três parlamentares e um outro também sai, mas só o meu mandato que eles pedem? Isso mostra que é uma perseguição política pelas críticas que tenho feito”, finaliza.