Esse episódio do apagão me faz lembrar um dos maiores conselhos de meu pai. “Meu filho, a maior das malandragens é ser honesto”. Nosso país tem, historicamente, poucas figuras honestas. Na ditadura não tínhamos o honesto, então colocaram o Ernesto. Gente, uma letrinha ou outra não faz diferença. Sempre será a malandragem, o jeitinho, passar o outro para trás. O brasileiro tem que descobrir (outro conselho) que o importante é ser sábio e não sabido.
Pedro Fontana