É verdade que, há muito tempo, o povo brasileiro sofre com diversas maracutaias, tanto na política nacional quanto na dependência externa do país. Diante dessas mazelas, intensifica-se a procura de um “Salvador da Pátria”. Talvez ele nunca exista, pois devido ao instinto humano - luta para ser o mais apto - aliado à globalização e ao capitalismo concorrencial, torna-se inevitável o surgimento de um D. Quixote.
Inserindo-se nesse contexto, justifica-se a nossa busca incessante por um herói nacional. E assim, respeitando as limitações atuais já apresentadas, elegemos personagens culturais, esportivos e televisivos como heróis. Contudo, percebemos que a falta um salvador no âmbito social e político, resulta na eleição de “Heróis Estrelas”, puramente por falta de opção. “Êta vida besta, meu Deus!”
José Antonio Machado Junior - Graduando de Administração - Unesp - câmpus Jaboticabal