A humanização nos ambientes hospitalar, clínico e domiciliar oferece bem-estar e dignidade do paciente idoso e sua família. A capacidade técnico-científica dos profissionais da saúde deve ser colocada em prática considerando acima de tudo o ser humano, assim surge a habilidade em cuidar do paciente, conferindo-lhe a “palavra”, o direito de se comunicar e de ser reconhecido.
Fundamentalmente, a necessidade de “escutar” o idoso, para conhecer e acolher sua individualidade, sua saúde biográfica, expectativa e preparação frente ao envelhecimento. Surge a comunicação como fator de humanização da terceira idade. Importante reconhecer e interpretar os sinais não-verbais (voz, olhar, postura física, o andar...) e os verbais a palavra, seu significado. Palavras de alerta de São Camilo de Lellis, santo dos doentes: “Os doentes que assistimos um dia nos levará a contemplar a face de Deus”.
Izabel Ramos - professora