Segundo o interventor Fábio Teixeira, a dívida total da AHB está beirando os R$ 90 milhões. “A dívida maior é com a Receita Federal e demos passos consistentes em sua renegociação. Nos inscrevemos no Refis e pretendemos iniciar o pagamento. Isso vai propiciar uma condição muito salutar de restabelecer nossa filantropia, voltarmos a ter os benefícios fiscais que uma entidade filantrópica possui. Isso diminui os nossos custos e essa redução nos propicia a usar essa verba na assistência”, esclarece.
Teixeira informa que a entidade busca maneiras para receber verbas governamentais. “Pois com o faturamento que mantemos, não temos condições de ter uma saúde financeira que propicie pagar todas as dívidas e ainda investir”, destaca.
“Vamos ter que receber capital externo e a preocupação é reestruturar de tal forma que a entidade possa receber esses recursos, utilizá-los de maneira eficaz e recompor esses recursos futuramente”, observa Teixeira. Para isso, ele defende a profissionalização da estrutura e a melhoria em gerenciamento dos recursos.