09 de julho de 2026
Política

Secretária critica processo interno

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

A exemplo dos questionamentos surgidos dentro do próprio governo em relação às solicitações anteriores de contratação de serviços de desratinização e descupinização, além do veto direto do prefeito Rodrigo Agostinho ao pedido de compra de programa pedagógico vinculado a livros transdidáticos, ambos neste ano, a secretária Majô Jandreice (PC do B) criticou a forma como o Executivo conduz os processos relacionados à sua pasta.

“Precisou cinco meses para vir agora e discutir se o novo contrato terá de ser por aluno ou por número de licenças de softwares? Precisou cinco meses para vir discutir se os custos estavam elevados ou não? Eu encaminhei a solicitação com os dados que já vinham sendo realizados e as atualizações em julho, exatamente para ter muito tempo para ajustar, discutir e realizar a licitação. Ninguém me chamou para rever nada, discutir nada. O programa de informática nos pólos vai parar se não houver licitação. É um problema do governo”, reclamou Majô.

Segundo ela, tanto a solicitação de prorrogação do contrato praticado ainda neste ano, quanto o pedido de licitação para 2010 passaram pelas áreas de Administração, Jurídico e Informática sem que “um integrante do governo me chamasse para discutir e rever se for o caso”.

Majô disse que não tinha condições de avaliar o confronto entre o critério de contratação per capita/aluno e por máquinas existentes nos pólos. “Agora, cinco meses depois? Eu tenho que ler, discutir com as coordenações e analisar. Eu mandei dentro do prazo e houve muito tempo para realizar o processo. O prefeito sabe que terá de tomar uma posição em relação a isto”, mencionou.

Segundo ela, “o que temos inicialmente é que o custo não é por software porque não é só comprar a licença, mas treinar, capacitar e desenvolver o programa por inteiro, para todos os alunos, com monitoramento, desenvolvimento e execução´”, finalizou.