08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Rampas


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Depois de 1 ano sem ir ao Calçadão eu, minha namorada e minha mãe fomos nos “aventurar” nesse local. Parei meu carro na esquina da rua Azarias Leite com 1º de Agosto, desci e de cara percebi que o asfalto como em toda cidade estava em péssimo estado e com remendos feitos de qualquer jeito. Digo isso porque tem remendo que parece lombada e outros que nada mais são do que buracos tapados. Descendo do carro, percebi que o centro da cidade continua igual ou pior do que 1 ano atrás.

Do lado da vaga de deficiente que se encontra nessa rua não existe rampa. Então atravessei e subi pelo outro lado já que precisava ir em a uma loja na rua Gerson França. Aí começa o descaso com pessoas que de alguma forma têm dificuldades em se locomover, ou melhor, não só elas, mas como por exemplo uma pessoa que está com um nenem num carrinho. Tenho certeza que de alguma forma essa pessoa também encontra essa dificuldade com as calçadas muito inclinadas, degraus entre as calçadas que ainda não entendi o porquê deles. Tá certo que estava acompanhado, então passei por esse local até com certa facilidade.

Andei pelo Calçadão sem problemas. Mas aí chegou o drama maior: atravessar a rua. Tempos atrás escrevi uma carta aqui para a Tribuna perguntando quem havia feito, ou melhor, quem projetou e mandou fazer aquelas rampas, se é que se pode dizer isso no Calçadão. Aquilo é brincadeira ou vocês (prefeitura, Emdurb) acham que aquilo funciona, tem dó, né?!

Gostaria de saber também o porquê de terem feito rampas que, por sinal, essas sim estão muito bem feitas nas ruas Ezequiel Ramos, Bandeirantes. No Calçadão e 1º de Agosto, nada de rampas. Foi ótimo ter rampas nessas ruas, mas eu acho que no Calçadão e 1º de agosto tem muito mais gente que vai utilizá-las. Prefeito, dê um pulinho em Jaú e veja como são as rampas de lá.

Elas são um tipo de lombada que liga um lado da calçada ao outro. Acredito que dê para ser colocado no Calçadão isso.

Já que estou reclamando, aproveito para reclamar das vagas voltadas a deficientes e outra vez eu digo: tem dó né, estacionamento com um postinho bem onde a porta do carro abre e com a calçada e guia alta não tem quem consiga sair do carro. Aproveito também para pedir para os azuizinhos que da mesma forma que são fiscalizados os que param nas vagas de farmácia (que são muitas no centro) sejam também fiscalizadas aquelas pessoas que não têm o direito de parar seus veículos em vagas destinas a deficientes e idosos, mesmo que for rapidinho, como é de costume se ouvir a desculpa dessa gente. Bom, acho que não estou querendo nada demais porque pagos meus impostos e zona azul.

Marcelo Canal Woelke