O relógio da Casa Luzitana é só mais um objeto parado em Bauru. Assim como ele, muitos outros estão na mesma situação e isso atrapalha o desenvolvimento da cidade, segundo o tarólogo João Rosa.
“Se não houver uma manutenção, restauração ou conserto, podem atrair energia negativa, fazendo com que o local onde ele se encontra pare de ‘caminhar’”, adverte.
Especificamente sobre o relógio, ele diz que deveria ter a manutenção necessária, pois ele trabalha com o tempo, fornecendo as horas, lidando com energias diárias onde podem afetar a prosperidade não só do prédio mas de toda uma família que o criou.
Segundo ele, a hereditariedade não funciona só biologicamente para o homem, mas também tudo o que é material, que passou ao longo da vida. “Portanto, o conserto é primordial para que volte a ter energia positiva e progresso não só para o município como para o local em si”, orienta.
Mas como o relógio não tem mais conserto, o correto seria tirá-lo de lá e preencher o espaço com algo mais útil. Segundo João Rosa, o mesmo deveria ser feito com outras coisas paradas na cidade, como, por exemplo, o viaduto inacabado, próximo da estação ferroviária.
“Essa obra inacabada não traz prosperidade nenhuma para Bauru. Deveria ser demolida urgentemente e no local construída uma nova ou um parque, mas não continuar do jeito que está. Infelizmente, quem sofre com isso são os bauruenses”, diz.
Na visão dele, não é de hoje que a cidade vem sendo prejudicada pelos descasos e descuidos com os bens que constituem o município. “Bauru só vem perdendo ao longo dos tempos. Perdendo financeiramente e profissionalmente. Pessoas qualificadas buscam novas cidades para crescerem na vida e energeticamente”, observa.