11 de julho de 2026
Política

Minha Casa garante 400 moradias por R$ 16 mil

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

As primeiras 400 moradias populares, de um total de 2.040 previstas para o programa Minha Casa Minha Vida em Bauru, tiveram o contrato assinado ontem, o primeiro da série. O custo dos apartamentos é para baixa renda. As prestações serão de no mínimo R$ 50,00 e no máximo R$ 150,00, para famílias com renda de até três salários mínimos. Isso significa que moradores das classes D e E terão acesso à casa própria pagando, em 10 anos, de R$ 6 mil a até R$ 16 mil.

Como os contratos não contam com resíduo (saldo devedor), o programa federal chega a financiar os imóveis em até 75% do custo total (R$ 46 mil por unidade), conforme a superintendência da Caixa Econômica Federal (CEF). O custo global do primeiro lote do programa assinado ontem é de R$ 18,4 milhões.

O contrato foi assinado pelo prefeito municipal Rodrigo Agostinho, a vice-prefeita Estela Almagro, coordenadora do programa, o superintendente regional da CEF, José Paulo Gomes de Amorim, o representante da construtora Casa Alta, Rodolfo Fronick Rodas, e Caio Braga, representante da empresa que vendeu a área onde as unidades serão construídas.

“É como se um terceiro filho meu estivesse pronto para nascer. São famílias que nem precisam comprovar renda e cujo cadastro não tem restrição. É um programa de inclusão social de amplo alcance, com a maior parte do custo sendo viabilizado pelo governo federal. Vamos ter cinco projetos desse gênero em Bauru, em um total de 2.040 moradias só para a faixa de até três salários mínimos”, contou Estela, que coordena o projeto e chorou ao falar sobre o programa, na solenidade, ontem.

As 400 unidades serão divididas em 25 torres com apartamentos de 42m2 que farão parte do Residencial Eucaliptus, numa área localizada na região do Núcleo Octávio Rasi. O prazo inicial para a construtora Casa Alta entregar as moradias é de 12 meses. Rodolfo Rodas explicou que, além da infraestrutura no condomínio, serão necessárias obras complementares, já incluídas no projeto, como a instalação de 1.800 metros de galerias de águas pluviais no bairro e perfuração de poço para abastecimento de água.