09 de julho de 2026
Geral

Indicações devem vir antes da seleção final

Luiz Beltramin
| Tempo de leitura: 1 min

A indicação, apesar de ser praticamente a palavra de ordem no garimpo de pessoal para o mercado de trabalho, não se reflete, em todos os casos, em contratações bem sucedidas. Para que a relação afinidade (com contratante ou empregados já dentro da empresa) frutifique em bons resultados tanto para a empresa quanto para o contratado algumas regras têm de ser seguidas quanto a seleção.

“Reprovo o Q.I. (abreviação de ‘Quem Indica’) de forma cega. Isso gera um problema comum entre as empresas. Encontro muitas delas com problemas de equipe”, adverte o business coach Nelson Domingues. “Deduz-se apenas se a pessoa é a melhor para o cargo. Contratam por contratar. Muitas vezes as pessoas não são apropriadas para a função”, acentua Dominguez, que acredita na peneiragem de profissionais com o perfil ideal para as empresas apenas após boa seleção.

“Redes sociais são fundamentais na vida de uma pessoa e podem também auxiliá-la no mercado de trabalho. Assim como é importante uma boa capacitação para a obtenção da vaga”, complementa a psicóloga Denise Stefanoni Combinato.

“O problema do Q.I. é quando a pessoa está fora do perfil e o indicador, no caso, não quer respeitar o padrão de seleção da empresa. Acontece muito isso, encontram-se pessoas boas, honestas, mas sem a competência específica”, observa a consultora organizacional Regina Maura Pereira Torres.