09 de julho de 2026
Política

Prefeito volta a defender a Secretaria de Governo

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 2 min

O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) também continua defendendo a criação da Secretaria Municipal de Governo, estrutura que estaria próxima de vários serviços hoje ligados diretamente ao Gabinete.

“Nós estamos encaminhando projeto com a reorganização de vários setores hoje ligados ao Gabinete e estamos discutindo a Secretaria de Governo. Eu defendo que esta estrutura pode ajudar a agilizar os serviços ligados ao Gabinete e com isso é preciso ver a criação dessa estrutura”, ameniza Rodrigo, mas sem esconder sua intenção.

Enquanto faz a gestação da criação de novas estruturas, o chefe do Executivo conversa, nos bastidores, sobre modificações internas ainda não realizadas. Uma delas seria na chefia da Procuradoria Geral, hoje a cargo do procurador jurídico Maurício Porto. Outro setor em discussão para eventual modificação é a já comentada Secretaria Municipal de Finanças, comandada por Marcos Garcia.

Sobre as alterações ligadas diretamente ao comando central do governo, ele destaca que o setor de vigias, por exemplo, deixará o Gabinete para ser gerido pela Secretaria de Administração. Os vigias correspondem a cerca de 300 profissionais. Já o Conselho Tutelar também sai do Gabinete e vai para ser acompanhado pela Secretaria do Bem-Estar Social (Sebes).

Em outro projeto, o prefeito propõe a criação de cargos da estrutura de serviços de carreira, a maioria com uma segunda escala de acesso. Isso porque, segundo o governo, há dificuldades na reposição de mão de obra em funções técnicas como agente social, analista de recursos humanos, biólogo, comprador, eletricista, engenheiro de segurança do trabalho e engenheiro mecânico.

Somente neste ano, conforme a administração, 200 servidores de funções operacionais e de suporte vão estar em condições de se aposentar. “Sem a criação dos níveis de carreira não teremos como abrir vagas para a reposição e, de outro lado, não oferecemos promoção de acesso aos que já atuam nestas funções”, defende o Executivo.

Na área de Finanças, a administração também solicita à Câmara aprovação para criar estruturas ligadas à Tecnologia de Informação, com acréscimos em vantagens ligadas a profissionais nesta área.