08 de julho de 2026
Regional

Carnaval jauense mescla blocos, escolas de samba e homenagens

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

A Epifania é estreante no Carnaval de Jaú e vai homenagear um dos seus grandes inspiradores artísticos e que escreveu sua história na cidade como carnavalesco, Milton Balestero que no Carnaval se transformará em “Milton Balestero – O Mestre dos Magos”. O grupo apresentará 100 participantes e seis alas.

O Corredores do Samba, comandado pelo carnavalesco Dorival Canossa, trará para a avenida o enredo “Corredores no Mundo da Fantasia”, homenagem ao padre Augusto Sani que dá nome ao bairro.

O Circênico traz atrações circenses com o tema “Arte e Alegria”. Cem foliões divididos em seis alas mostrarão o universo encantado do circo.

O Império do Maria Luiza vem com 200 integrantes, sete alas e o tema “O Presente de Jaú a Cinderela”.

Os foliões da Associação Cultural Zimbo escolheram o tema “Quem falou que o Zulu não vinha?” e seus 150 integrantes trarão para o Centro Histórico a corte do Zumbi, líder guerreiro com dez Mamulengos (bonecos gigantes), makulelê, capoeira, percussão com 30 berimbaus, dez pandeiros, dez atabaques e o Bio-Batuque composta por percussões recicláveis em lata e formada por crianças multiplicadoras da cultura brasileira e da sustentabilidade ambiental.

O bloco do Centro sob coordenação de Beto Decaro, um dos mais antigos apresentará o enredo “O amanhã-Sátiras Políticas” mantendo sua tradição de irreverência que fez história no carnaval da cidade.

A Unidos da Vila XV vem com sete alas e 300 integrantes apresenta o enredo vencedor do ano de 1.995 “Que Delícia é pecar”. Sua bateria nota 10 promete empolgar o público.

O bloco Bocada estará presente no Centro Histórico com 400 foliões e presença de tradicionais do samba que cantarão o enredo inspirado na cultura popular brasileira. O bloco desfila com formação clássica, porta-estandartes, passistas, puxadores de samba acompanhados do cavaquinho, bateria e destaques. O bloco homenageará o jornalista e enólogo jauense Saul Galvão, morto em 2.009 e mais a “Ala do Saul” do Consulado Jahuense, grupo de jauenses residentes em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife que cultivam as tradições culturais e históricas de Jaú.

O Hu-Manos, comandado pelos professores Sandro Marques e Clayton Quintiliano, vem para o Centro Histórico com a proposta da fusão samba com o Hip-Hop. O tema do Grupo será “Aquarela” com 100 participantes e quatro alas.

O Bloco Afro Cultural Amukenguê com 150 integrantes e sob coordenação do professor Mestre Marcial Augusto Lopes, apresentará o enredo “Egito é Negro – Gigante Amukenguê”. O grupo conta com porta estandarte e bateria própria que tem o ritmo na batida baiana do Bloco Olodum e Ilê Aiye da Bahia (samba reggae).